segunda-feira, 5 de julho de 2010

Vontade... de quê?

Começo esse novo post com a seguinte indagação, retirada de um trecho da música dos Los Hermanos, "O velho e o moço":
"Se não for eu, quem mais vai decidir o que é bom pra mim?"
Realmente... quem iria? Essa é uma das minhas (muitas) indagações. Será que se eu permitisse que escolhessem o que quer que fosse pra mim, seria realmente bom?
O que será que leva algumas pessoas a se acomodarem a ponto de abrir mão de suas decisões, pelo simples fato de que seria mais cômodo que outros o fizessem? E será que isso realmente seria bom?
Ou talvez... essas pessoas se acomodem pelo simples fato de que são obrigadas, por imposição ou qualquer coisa assim. Ou talvez simplesmente não tenham força de vontade suficiente para que seus desejos sejam atendidos. De qualquer maneira, esperar sentado que os acontecimentos, que as coisas que se quer venham até você é meio que incoerente, assim por dizer. Digo isso porque, se você quer uma coisa, não é você quem tem de fazer por onde que aconteça?
Contudo... será que podemos fazer tudo o que quisermos? Será que o que é bom pra mim é bom também para outras pessoas? E quem pode dizer o que é realmente bom ou ruim?
Muita coisa assim pra pensar... muita coisa também pra estudar... falando nisso, será que o que eu tô escolhendo pra mim é bom? Ou o espaço que eu tô dando pra outros decidirem?
Bom, acho que deve ter alguma coisa errada com isso tudo. Se tiver mesmo, acho que mudar seria a melhor solução, mas não mudar drasticamente. Não podemos nos reinventar tão rápido, ou corremos o risco de perder nossa essência. E eu não quero perder a minha, portanto acho que vou mudar, mas "em marcha lenta".
Bom, por hoje é só. Boa noite pra quem (se alguém) for ler isso à noite. Se não, bom dia ou boa tarde, como sempre.

Um comentário:

  1. Uma opinião, seu próximo post deveria ser sobre estar em bonfim e como você diria meu caro amigo, em ócio.

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