E mais uma vez, cá estou. Peço desculpa aos leitores (isso se houver algum) pelo breve hiato. São coisas das férias. Mas, sem mais rodeios, aqui vai:
Esse é um post extraordinário, fora do contexto do site, ou não. O que acontece é que nesses últimos dias coisas interessantes vêm acontecendo, acho que houve uma conspiração entre todos os santos para que as coisas ficassem mais... divertidas. Férias chegando, planos de ir embora, e a desilusão toma conta do ser. Porém, eis que surge uma coisa chamada Moto Chico, uma das melhores coisas que poderia ter ocorrido. E levou-me a (suspense...) mais uma indagação (ÓÓÓHHH! Novidade...): Por que será que sempre que uma coisa é muito boa na nossa vida, queremos mais disso, até não poder mais? O que leva o ser humano a sempre ter essa fome de mais e mais e mais, essa insaciabilidade de coisas que lhe dão prazer? Será que não é isso que leva o ser humano à sua própria destruição? Ou será que a destruição do ser humano se deve ao fato de ele ter esquecido disso? De sentir prazer por essas coisas simples, de uma "embriaguez sóbria" (Estamos aí, Wesly, copiando na cara dura do seu blog!)?
Seja como for, não posso deixar de dizer para todo mundo como foi esse fim de semana pra mim. Resumindo: A obra-prima dos meus dias até agora. Não sei explicar com palavras o que aquilo tudo significou pra mim, ou o carinho que os músicos dispensaram para todos nós depois do show. Ah, sim, os shows! Fenomenais, acho que essa palavra melhor descreve como foram todos eles. Estavamos lá, os três heróis do nordeste, Eu, Wesly e Cosme. Estávamos lá, e aproveitamos isso tudo juntos. Foi interessante ver que somos capazes de dizer e fazer coisas que não faríamos em outros estados, em outras ocasiões. Não precisamos de uma gota de álcool no sangue para aproveitar ao máximo tudo aquilo. E aproveitamos. E é aí que entra uma certeza que eu já tinha na minha vida: Álcool ou qualquer outro tipo de entorpecente é totalmente desnecessário quando você está se divertindo. Não por mim, afinal não faço uso disso, mas pelos outros, por quem tava ali comigo e viu isso. Os três heróis, "limpos" e curtindo, aproveitando a quimera que foi esse feriado. Realmente foi um sonhar acordado, uma experiência que nem em meus sonhos imaginei que fosse tão prazerosa. E as outras experiências também.
E agora, cá estou, em casa, curtindo um frio muito bem vindo, depois de todo aquele calor em Petrolina. Bem vindo porque daqui a pouco eu volto pra lá, e esse frio ficará somente na lembrança. Ah, tem também as coisas boas que aconteceram aqui. Dias interessantes, matando as saudades do tempo de andarilho aqui em Bonfim, e das velhas conversas e dos velhos amigos. E conhecendo amigos novos também. E algumas dessas pessoas foram uma agradável surpresa, totalmente ao acaso, e que feliz encontro esses! Coisas realmente interessantes. Acho que essa foi uma grande lição, um grande aprendizado que pode levantar novos pensamentos, e ainda novas quimeras. Por enquanto fico por aqui, com o boa noite ou bom dia de sempre.
Porque realidade e sonho coexistem num só ser. Precisamos dos dois para podermos enfrentar tudo o que há de vir.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Férias...
Coisas relacionadas:
Fuga de tema,
primeiro post,
Viagens na viagem
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Vontade... de quê?
Começo esse novo post com a seguinte indagação, retirada de um trecho da música dos Los Hermanos, "O velho e o moço":
"Se não for eu, quem mais vai decidir o que é bom pra mim?"
Realmente... quem iria? Essa é uma das minhas (muitas) indagações. Será que se eu permitisse que escolhessem o que quer que fosse pra mim, seria realmente bom?
O que será que leva algumas pessoas a se acomodarem a ponto de abrir mão de suas decisões, pelo simples fato de que seria mais cômodo que outros o fizessem? E será que isso realmente seria bom?
Ou talvez... essas pessoas se acomodem pelo simples fato de que são obrigadas, por imposição ou qualquer coisa assim. Ou talvez simplesmente não tenham força de vontade suficiente para que seus desejos sejam atendidos. De qualquer maneira, esperar sentado que os acontecimentos, que as coisas que se quer venham até você é meio que incoerente, assim por dizer. Digo isso porque, se você quer uma coisa, não é você quem tem de fazer por onde que aconteça?
Contudo... será que podemos fazer tudo o que quisermos? Será que o que é bom pra mim é bom também para outras pessoas? E quem pode dizer o que é realmente bom ou ruim?
Muita coisa assim pra pensar... muita coisa também pra estudar... falando nisso, será que o que eu tô escolhendo pra mim é bom? Ou o espaço que eu tô dando pra outros decidirem?
Bom, acho que deve ter alguma coisa errada com isso tudo. Se tiver mesmo, acho que mudar seria a melhor solução, mas não mudar drasticamente. Não podemos nos reinventar tão rápido, ou corremos o risco de perder nossa essência. E eu não quero perder a minha, portanto acho que vou mudar, mas "em marcha lenta".
Bom, por hoje é só. Boa noite pra quem (se alguém) for ler isso à noite. Se não, bom dia ou boa tarde, como sempre.
Realmente... quem iria? Essa é uma das minhas (muitas) indagações. Será que se eu permitisse que escolhessem o que quer que fosse pra mim, seria realmente bom?
O que será que leva algumas pessoas a se acomodarem a ponto de abrir mão de suas decisões, pelo simples fato de que seria mais cômodo que outros o fizessem? E será que isso realmente seria bom?
Ou talvez... essas pessoas se acomodem pelo simples fato de que são obrigadas, por imposição ou qualquer coisa assim. Ou talvez simplesmente não tenham força de vontade suficiente para que seus desejos sejam atendidos. De qualquer maneira, esperar sentado que os acontecimentos, que as coisas que se quer venham até você é meio que incoerente, assim por dizer. Digo isso porque, se você quer uma coisa, não é você quem tem de fazer por onde que aconteça?
Contudo... será que podemos fazer tudo o que quisermos? Será que o que é bom pra mim é bom também para outras pessoas? E quem pode dizer o que é realmente bom ou ruim?
Muita coisa assim pra pensar... muita coisa também pra estudar... falando nisso, será que o que eu tô escolhendo pra mim é bom? Ou o espaço que eu tô dando pra outros decidirem?
Bom, acho que deve ter alguma coisa errada com isso tudo. Se tiver mesmo, acho que mudar seria a melhor solução, mas não mudar drasticamente. Não podemos nos reinventar tão rápido, ou corremos o risco de perder nossa essência. E eu não quero perder a minha, portanto acho que vou mudar, mas "em marcha lenta".
Bom, por hoje é só. Boa noite pra quem (se alguém) for ler isso à noite. Se não, bom dia ou boa tarde, como sempre.
domingo, 4 de julho de 2010
Domingo
E o domingo foi... de ócio! Sem dinheiro... sem opções pra sair... o que me restou foi estudar. É estranho isso, esse nada pra fazer. Me deixou tão... tão! Não sei explicar, mas foi legal, pensei em muita coisa também. Pelo menos pude me comunicar com o mundo, a internet nessas horas é uma companheira indispensável. "Estou ligado a cabo a tudo o que acaba de acontecer", esse trecho, de uma música conhecida de uma banda conhecida, banda que aliás fez parte de uma conversa legal, que foi uma das coisas que também salvou meu dia. Estudei sim, porque nada melhor que o ócio pra te levar a fazer coisas sensatas (é, o medo da reprovação também, mas fica com o ócio pra ficar "menos vagabundo"). E isso me levou a pensar também... por que será que quando a gente tá sobre pressão a gente pede sossego, e quando a gente pede sossego não fica bem do mesmo jeito? Acho que é do ser humano mesmo, não se contentar com nada nunca, a não ser o que há de imediato, o que há de agora. Ele levanta a mão e pega o que há de mais próximo, sem nem se questionar se o que está mais distante não lhe é também mais prazeiroso. A comodidade deixou o ser humano mais relaxado pra tudo o que há de interessante. Eu também estou assim, mas pretendo mudar. Por hoje é só, se existir algum leitor, e este estiver acordado, desejo-lhe uma boa noite. Se não for à noite, bom dia pra você.
sábado, 3 de julho de 2010
Dias... Dias!
Hoje eu acordei sem vontade nenhuma de levantar da cama. O celular desperta às 5:20h da madrugada. Dormi 2 horas da manhã. Fiquei um pouco mais na cama. É bom, você fica reclamando da vida e faz um debate com sua sombra sobre as obrigações ou o calor aconchegante da cama. É nessa hora que eu vejo que aqueles desenhos onde sempre apareciam o anjinho e o diabinho para ficar confundindo a personagem têm verdade. Eles existem, o anjo e o demônio. Enquanto um diz a você para levantar, o outro grita para que você fique na cama, onde está tão bom, e voltar a se entregar aos braços de Morpheu. (In)felizmente, a responsabilidade venceu essa, e o anjinho voltou satisfeito para casa (ele voltou satisfeito, eu não). Depois de uma aula interessante para quem quer realmente o curso de Medicina veterinária, que não é mais o meu caso, voltei para casa só para ver a humilhação pela qual nossos "hermanos" argentinos sofreram. É interessante ver como o país do futebol para, mesmo que não seja pela seleção brasileira, apenas para se divertir vendo um bom jogo. Não é o esporte que eu escolheria para praticar mas... Serve para a gente se distrair um pouco. Um grande problema nisso, contudo, é que acabamos por esquecer de coisas importantes, como a eleição presidencial que está por vir. É importante que acompanhemos tudo bem de perto para que não hajam arrependimentos posteriores, e é interessante também ver o desinteresse da população por uma coisa tão crucial na vida de todos nós. Precisamos abrir o olho, gente! É nosso dinheiro que vai ser investido ali. Bom, já estava saindo do tema, então... Passei o dia todo hoje com músicas na cabeça, fazendo barulho como marimbondos rondando a sua casa. Então decidi começar a cantar. E não é que foi bom? Me deixou mais leve... mais feliz. Cantar é realmente sempre bom. Vou ficando por aqui nesse post. Quem sabe amanhã, ou até mesmo mais tarde eu não venha a escrever algo realmente relevante por aqui, porque isso tudo não tem nada a ver com nada. Boa noite.
Primeiro Post
Bom... Primeiro post... Quem sabe onde isso vai dar? Mas vamos ver né? Quem sabe não fica uma coisa legal sempre, claro, seguindo a idéia principal do blog, que é a de se fazer uma reflexão dos pensamentos que permeiam a mente deste que vos fala (ou escreve), isso se alguém for ler as baboseiras que provavelmente irão sair por aqui. Bom, se houver algum leitor pra isso, espero que aproveite e que a minha visão de mundo e as minhas idéias sirvam de alguma coisa, lhe sejam úteis de alguma maneira. O primeiro post é isso, uma apresentação (in)formal de um pretencioso.
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